COMUNICAÇÃO É GESTO, OLHAR, FALAR, ATUAR,TUDO AQUILO QUE OUTRA PESSOA RECEPTORA POSSA ENTENDER..

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segunda-feira, 5 de abril de 2010

DIGA NAO AO EXAGERO E SIM A COMUNICAÇAO VISUAL Por: Danilo Pinheiro

Estava lendo uma matéria sobre Poluição visual, e fiquei pensando e analisando sobre o fato ali colocado. Será que seria necessária uma lei para proibição de banners, outdoors etc.? Será que é válido atrapalhar profissionais na área de publicidade? Com tantos problemas maiores a serem resolvidos na sociedade?

Dá-se o nome de poluição visual ao excesso de elementos ligados à comunicação visual (como cartazes, anúncios, propagandas, banners, totens, placas, etc.) dispostos em ambientes urbanos, especialmente em centros comerciais e de serviços. Acredita-se que, além de promover o desconforto espacial e visual daqueles que transitam por estes locais, este excesso enfeia as cidades modernas, desvalorizando-as e tornando-as apenas um espaço de promoção do fetiche e das trocas comerciais capitalistas. Acredita-se que o problema, porém, não é a existência da propaganda, mas o seu descontrole.

Penso que descontrole encontramos em todos os meios, um exemplo é o da telefonia. Hoje com tantas marcas e modelos já há um descontrole, mas um descontrole bom, ao meu ver. Pelo fato de ter várias promoções, tarifas reduzidas, planos sensacionais, como mostrar as promoções, depois da lei, sem poder se quer colocar um banner em um local com maior circulação de pessoas? Deveríamos combater poluições visuais como pichações, fios de eletricidade e telefônicos, as edificações com falta de manutenção, o lixo exposto não orgânico e outros resíduos urbanos.
O grafite também é considerado poluição visual, mas não concordo, pois como artistas de rua exibirão seus talentos? Por que não fazer acordos com os mesmos para fazer artes em muros de escolas, cemitérios, etc.? Se há arte em um muro dificilmente certos pichadores irão estragar o trabalho a um reconhecimento da arte ligada ao grafite.

Uma das maiores preocupações sobre a poluição visual em vias públicas de intenso tráfego é que pode concorrer para acidentes automobilísticos. Muitos países possuem legislações específicas para controle de sinalizações em diversas categorias de vias. Os psicólogos afirmam que os prejuízos não se restringem a questão material e também na saúde mental dos usuários, na medida em que sobrecarrega o indivíduo de informações desnecessárias.

Concordo que, às vezes, há exageros, mas não concordo ao ponto de que estabelecimentos, seja qual for a área específica, sejam obrigados a colocarem uma placa de tamanho restrito.Vamos sim combater exageros estabelecendo normas para placas, banners, cartazes etc...” incentivando o anunciante a utilizar lugares estratégicos ,para tudo há uma solução”.

sábado, 3 de abril de 2010

Sucumba à Tentação

Por Jaqueline Bueno

Sabe aquela história de que Páscoa não é só o chocolate? Pode até ser, mas não podemos negar que a melhor parte é essa. Na verdade, para muitas pessoas (eu me enquadro aí), a comilança da deliciosa mistura do cacau com leite, castanhas e outras coisitas dura o ano todo. É como no poema do grande Vinícius... “que seja infinito enquanto dure”.
Outra conversa que me tira do sério nessa época é “vai gastar dinheiro com isso?”, duvido se você ganhasse uma caixa repleta de chocolates, trufas, bombons e tudo o mais que se pode ter nessa época se não iria abrir um sorrisão e também não diria a frase clichê sobre não precisar do presente. Sai dessa! Aproveita... o chocolate traz benefícios para corpo e para a alma também.

Uma vez li uma matéria sobre um estudo ‘chocolatístico’ (o sufixo ístico lembra estatístico, números, somas, acho que o neologismo vale nesse caso) que revelava os benefícios do delicioso, maravilhoso, magnífico... ops, voltemos ao tradicional chocolate. Segundo a pesquisa, “os antioxidantes presentes no chocolate amargo combatem os radicais livres, retardando, assim, o envelhecimento, e ajudam a diminuir os níveis de LDL (o mau colesterol) no sangue”. Além disso, podemos encontrar no doce as “vitaminas A,B, C, D e E-- e sais minerais, como o ferro e o fósforo”.
As histéricas de plantão poderão dizer que apesar de conter tudo isto, o chocolate é altamente calórico. E daí? Na vida tudo deve ser moderado, por isso basta ter bom senso. Afinal, quantas ‘porcarias’ comemos ao longo da nossa vida. Uma vez pelo menos, eu recomendo. Depois é só dar uma corridinha, fazer uma caminhada. Se isso ainda não for hábito, quem sabe pode mudar.
Já levantei a bandeira tempos atrás sobre querer chinelo para vida toda, hoje mudarei o lema: “Quero chocolate para o resto da minha vida”. E que o coelhinho venha me visitar quantas vezes quiser.





Créditos: Jaqueline Bueno (jornalista e amiga)
http://limabuenoideias.blogspot.com/






UMA PEQUENA BRINCADEIRA COM MARCAS...
Por: Danilo Pinheiro

DESEJO QUE SUA VIDA

SEJA COMO UM BOMBOM

SEMPRE RECHEADAS DE COISAS BOAS
QUE O SEU TALENTO
TRAGA MUITO

DIAMANTE NEGRO


E

OURO BRANCO,

                  





 ALÉM DE  MUITO

PRESTÍGIO

EM SUA VIDA,

E QUE TUDO ISSO CAUSE A
SENSAÇÃO

DE ESTAR EM UM
MUNDY

DE ALEGRIAS
VIVENDO UM




SONHO DE VALSA

EMBALADO POR UMA

SERENATA de AMOR

PARA QUE TODOS NÓS, A TODOS momento

POSSA-MOS GRITAR: BIS!!!   QUERO CHOCOLATE!!! rsrs...




FELIZ PÁSCOA!!!










sexta-feira, 2 de abril de 2010

CURIOSIDADE..

Mudar hábitos, recuperar uma economia, criar imagem, promover o consumo, vender produtos, informar o consumidor

 
Há mais de um século, numa época em que a conservação dos alimentos era difícil e nem sempre possível, inventou-se o leite condensado para substituir o leite natural. O produto era vendido em Drogaria e visto como um bom alimento para as crianças.


À medida que a venda do leite em pó crescia, seu antecessor foi perdendo mercado.


Nestlé inventou uma nova utilidade: ser ingrediente culinário para preparar doces, bolos e outros alimentos.


O consumidor continuava a ver o leite condensado como um substituto do leite natural e não como um ingrediente culinário. Foi veiculada uma campanha publicitária para alterar o hábito de consumo.


Em 1921, a primeira fábrica de produção foi aberta em Araras, São Paulo. ( E! Orgulho de cidade!)


A origem do nome também veio de análise de comportamento - antes da Nestlé fabricar no Brasil, este produto era importado com a imagem de uma moça e todo o rótulo em outro idioma. Portanto, para a linguagem popular, o produto era chamado o Leite da Moça.





Fonte: Sampaio, Rafael - Introdução a Publicidade e Propaganda e leituragastronomica.wordpress.com