Estava lendo uma matéria sobre Poluição visual, e fiquei pensando e analisando sobre o fato ali colocado. Será que seria necessária uma lei para proibição de banners, outdoors etc.? Será que é válido atrapalhar profissionais na área de publicidade? Com tantos problemas maiores a serem resolvidos na sociedade?
Dá-se o nome de poluição visual ao excesso de elementos ligados à comunicação visual (como cartazes, anúncios, propagandas, banners, totens, placas, etc.) dispostos em ambientes urbanos, especialmente em centros comerciais e de serviços. Acredita-se que, além de promover o desconforto espacial e visual daqueles que transitam por estes locais, este excesso enfeia as cidades modernas, desvalorizando-as e tornando-as apenas um espaço de promoção do fetiche e das trocas comerciais capitalistas. Acredita-se que o problema, porém, não é a existência da propaganda, mas o seu descontrole.Penso que descontrole encontramos em todos os meios, um exemplo é o da telefonia. Hoje com tantas marcas e modelos já há um descontrole, mas um descontrole bom, ao meu ver. Pelo fato de ter várias promoções, tarifas reduzidas, planos sensacionais, como mostrar as promoções, depois da lei, sem poder se quer colocar um banner em um local com maior circulação de pessoas? Deveríamos combater poluições visuais como pichações, fios de eletricidade e telefônicos, as edificações com falta de manutenção, o lixo exposto não orgânico e outros resíduos urbanos.
O grafite também é considerado poluição visual, mas não concordo, pois como artistas de rua exibirão seus talentos? Por que não fazer acordos com os mesmos para fazer artes em muros de escolas, cemitérios, etc.? Se há arte em um muro dificilmente certos pichadores irão estragar o trabalho a um reconhecimento da arte ligada ao grafite.
Uma das maiores preocupações sobre a poluição visual em vias públicas de intenso tráfego é que pode concorrer para acidentes automobilísticos. Muitos países possuem legislações específicas para controle de sinalizações em diversas categorias de vias. Os psicólogos afirmam que os prejuízos não se restringem a questão material e também na saúde mental dos usuários, na medida em que sobrecarrega o indivíduo de informações desnecessárias.
Concordo que, às vezes, há exageros, mas não concordo ao ponto de que estabelecimentos, seja qual for a área específica, sejam obrigados a colocarem uma placa de tamanho restrito.Vamos sim combater exageros estabelecendo normas para placas, banners, cartazes etc...” incentivando o anunciante a utilizar lugares estratégicos ,para tudo há uma solução”.



aeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee Danilão!
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